segunda-feira, 20 de abril de 2026

Futura eu!

Hoje eu assisti um vídeo com uma mensagem bem especial, daquelas que fazem a gente parar e refletir de verdade.
Ele trouxe uma ideia simples, mas muito forte: o hábito de escrever para nós mesmos no futuro. É como fazer um balanço da própria trajetória, olhando com sinceridade para o que mudou, o que amadureceu e o que ainda precisa de ajuste.
Dá para pensar com calma nos nossos acertos e erros, no que passamos a valorizar e no que, às vezes, acabamos deixando passar sem perceber.
Quero compartilhar um trechinho com vocês porque senti que isso pode tocar outras pessoas também. Logo abaixo, deixo o texto desse curta. 

Espero que esse conteúdo faça você refletir tanto quanto fez comigo.
"Para eu mesma no futuro.
Olá, futura eu. E então, como estamos? Será que a gente tomou as decisões certas? Será que não cansamos de perseguir nossos sonhos? A gente ainda se emociona com as mesmas coisas? Ainda gosta das mesmas coisas? Me pergunto se a gente ainda comete os mesmos erros. Ficamos ricas? Encontramos a cura para o tédio? Aprendemos a perdoar? Será que a gente tem coisas interessantes para dizer? A gente continua recebendo elogios? Será que chegamos lá? E se chegamos, "lá" continua "lá"? Mas o mais importante: estamos felizes? Se eu nos conheço bem, devemos estar. Onde quer que você chegue, chegue linda. O boticário. A vida é bonita, mas pode ser linda".

Fonte: Roteiro da campanha "Carta", de O Boticário. Estreou em 27/03/2011 no programa Fantástico (Rede Globo).

sexta-feira, 17 de abril de 2026

A vida não é curta

Eu sempre achei que faltava tempo.
Tempo para começar.
Tempo para melhorar.
Tempo para viver do jeito que eu imaginava.
Até que, em um momento quase despretensioso, me deparei com uma ideia que me desconcertou: a vida não é curta — nós é que a desperdiçamos.
Essa foi a virada!
Percebi que o problema nunca foi a duração dos meus dias, mas a forma como eu os preenchia. Quantas horas eu entregava para distrações vazias, para preocupações que não levavam a nada, para uma rotina automática que me afastava de mim mesma?
Passei a enxergar o presente com mais responsabilidade. Não como um intervalo entre passado e futuro, mas como o único espaço real onde a vida acontece. E isso muda tudo.
Não foi (e não é) uma transformação instantânea. Mas é uma mudança de consciência. Um convite constante a sair do piloto automático.
Hoje, eu entendo que viver bem não tem a ver com fazer mais, e sim com escolher melhor. É sobre trocar urgência por presença, excesso por propósito, distração por significado.
Esse blog nasce exatamente desse ponto: da decisão de parar de desperdiçar a vida e começar, de fato, a vivê-la. Deixando de sofrer pelo que não está no meu controle e aprendendo a valorizar, de verdade, os melhores momentos.

Seja bem vindo ao meu cantinho!

📖 Livro recomendado: Sobre a Brevidade da Vida, de Sêneca — o ponto de partida da minha virada de chave.